A casa à luz da candeia.
D. Olinda
As refeições simples, a luz da candeia e as ovelhas que guardava com o pai: um retrato do quotidiano em que Olinda cresceu.
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D. Olinda
As refeições simples, a luz da candeia e as ovelhas que guardava com o pai: um retrato do quotidiano em que Olinda cresceu.
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“Ao talho nunca fomos.”Da descrição original do Terravoz
Um agradecimento especial ao Lar de Idosos – Casa da Freguesia de Cedovim pela forma como nos recebeu e tornou esta conversa possível.
Local indicado na descrição; o marcador representa a localidade, não uma morada pessoal.
"Ao talho nunca fomos."
A frase é da D. Olinda, nascida em 1936, em Cedovim, no concelho de Vila Nova de Foz Côa.
Neste segundo excerto, leva-nos até à casa onde cresceu e recorda como era o dia a dia de muitas famílias da época. Fala das refeições simples, da candeia que iluminava a casa, das ovelhas que guardava com o pai e de uma infância em que aprender se fazia entre o trabalho e a vontade de não ficar para trás.
Foi um privilégio conhecer a D. Olinda e preservar um pouco da sua história.
Um agradecimento especial ao Lar de Idosos – Casa da Freguesia de Cedovim pela forma como nos recebeu e tornou esta conversa possível.
📍 Cedovim, Vila Nova de Foz Côa, Portugal
#Terravoz #MemóriasDePortugal #Cedovim #VilaNovadeFozCôa #HistóriasDeVida
Texto editorial adaptado da descrição original do Terravoz. Capa do respetivo reel. Fonte consultada em 29 de outubro de 2026.
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