Um agradecimento especial à Patrícia Ribeiro e ao Lar das Vergieiras, da Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande, pela forma como nos receberam e tornaram esta conversa possível.
Local indicado na descrição; o marcador representa a localidade, não uma morada pessoal.
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"Para podermos dançar, tínhamos de pagar uma patente."
A frase é do Sr. Américo, de 84 anos, que cresceu na povoação de Ribeira dos Carinhos, no concelho da Guarda.
Neste segundo excerto da nossa conversa, recorda a casa onde cresceu, uma infância em que dormia por cima das vacas, quando ainda não havia eletricidade nem casa de banho na aldeia. Fala também dos pais, das histórias que o pai contava sobre a guerra e partilha uma curiosa tradição da sua terra: para os rapazes mais novos poderem participar nos bailes, tinham primeiro de "pagar uma patente". Uma memória que nos leva até a um Portugal muito diferente daquele que conhecemos hoje.
Foi um enorme privilégio conhecer o Sr. Américo e preservar um pouco da sua história.
Um agradecimento especial à Patrícia Ribeiro e ao Lar das Vergieiras, da Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande, pela forma como nos receberam e tornaram esta conversa possível.
📍 Marinha Grande, Portugal
Texto editorial adaptado da descrição original do Terravoz. Capa do respetivo reel. Fonte consultada em 29 de outubro de 2026.