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terravozQuotidiano e mudança · Granja da Cumieira, Pombal

Quando o telefone chegou a casa.

D. Lucinda · 85 anos, segundo a publicação original

Lucinda recorda a chegada do telefone e uma noite em que teve de encontrar outra maneira de pedir ajuda médica.

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D. Lucinda numa conversa Terravoz

Uma conversa, um lugar.

Um agradecimento especial à Patrícia Ribeiro e ao Lar das Vergieiras, da Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande, pela forma como nos receberam e tornaram esta conversa possível.

Local indicado na descrição; o marcador representa a localidade, não uma morada pessoal.

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"Eu não sei ler, mas conheço os números."

A frase é da D. Lucinda, de 85 anos, natural da Granja da Cumieira, no concelho de Pombal.

Neste segundo excerto da nossa conversa, recorda a chegada do primeiro telefone a casa e como esse pequeno aparelho veio mudar o dia a dia de muitas famílias. Conta-nos um episódio que nunca esqueceu, quando precisou de levar o marido ao médico de madrugada, numa situação de emergência, e, perante a falta de um telefone disponível, teve de encontrar outra forma de pedir ajuda. Uma história que nos recorda o quanto a vida mudou em apenas algumas décadas.

Foi um enorme privilégio conhecer a D. Lucinda e preservar um pouco da sua história.

Um agradecimento especial à Patrícia Ribeiro e ao Lar das Vergieiras, da Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande, pela forma como nos receberam e tornaram esta conversa possível.

Erpi Vergieiras

📍 Granja da Cumieira, Pombal, Portugal

Texto editorial adaptado da descrição original do Terravoz. Capa do respetivo reel. Fonte consultada em 29 de outubro de 2026.

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