Os afetos e a maneira de conviver.
D. Sebastiana
Sebastiana lembra a relação dos pais, os bailes e as mudanças que os telemóveis trouxeram ao convívio.
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D. Sebastiana
Sebastiana lembra a relação dos pais, os bailes e as mudanças que os telemóveis trouxeram ao convívio.
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Um agradecimento especial ao Lar dos Outeirinhos, da Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande, e à Ana Filipa Pedrosa e à Beatriz Marques pela forma como nos receberam e pelo apoio na preparação desta conversa.
Local indicado na descrição; o marcador representa a localidade, não uma morada pessoal.
"O meu pai era tudo para a minha mãe."
A frase é da D. Sebastiana, nascida em 1942, na Amareleja. Viveu cerca de 20 anos em São Pedro de Moel e reside há 26 anos na Marinha Grande.
Neste excerto, recorda a relação profundamente bonita entre os seus pais, partilha uma curiosa história de uma amiga que nunca esquecia o seu vinho do Porto e lembra os bailes de outros tempos, deixando também uma reflexão sobre a forma como os telemóveis mudaram a maneira de conviver.
Foi um privilégio conhecer a D. Sebastiana e preservar um pouco da sua história.
Um agradecimento especial ao Lar dos Outeirinhos, da Santa Casa da Misericórdia da Marinha Grande, e à Ana Filipa Pedrosa e à Beatriz Marques pela forma como nos receberam e pelo apoio na preparação desta conversa.
📍 Marinha Grande, Portugal
Texto editorial adaptado da descrição original do Terravoz. Capa do respetivo reel. Fonte consultada em 29 de outubro de 2026.
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